‘A melhor preparação
para o sofrimento é cumprir rigorosamente as tarefas de hoje’(Susanna Wesley’).
A história desta mulher é um capitulo á parte e merece outro
artigo. Mas esta sua frase, longe de celebrar o sofrimento como virtude, ensina
a lidar com ele quando chega.
Sei que você não gosta deste assunto, nem eu. Mas
inevitavelmente ele aparece nos intervalos dos bons momentos. Confesso que eu
nunca tinha lido nada sobre se preparar para o sofrimento.
O filho de Susanna foi o fundador do movimento metodista. E
já pelo nome você deve perceber como esta mulher metódica não esperava o
espinho para sentir seu incomodo, mas, tomava medidas prévias para remove-lo
quando se instalasse.
O que ela diz é que precisamos continuar fazendo nossas
tarefas e deveres todos os dias como se o cenário não se alterasse. A resiliência,
a perseverança, nos ajudam a não nos entregarmos ao imobilismo inútil da
lamuria.
Pouco ajuda, de fato, chorar pelo deite derramado. O que é
preciso é limpar a mesa. Porque a vida é feita de episódios de superação, e a
cada momento custoso que respondemos com trabalho atingimos mais um degrau no
patamar do nosso desenvolvimento.
Dizem que ‘mar calmo nunca fez bom marinheiro’. Deve ser por
isso que a história dos grandes sucessos é escrita por gente marcada por
cicatrizes.
Assim como a febre é alerta para algo que não vai bem no
corpo, nos levando a uma ação para descobrir lhe a causa e tratamento, a dor na
alma serve de impulso para mais um passo. As suas limitações apenas deixam você
mais lento, mas não incapaz.
Fica aqui as palavras do grande Martin Luther King: “Se não
puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas
continue em frente de qualquer jeito”.
Caleb Mattos
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